O Inglês e o Mercado de Trabalho para Recém Formados

Depois de passar pelos anos de formação acadêmica, o recém formado se vê às voltas com o mercado de trabalho.

Claro que muitos estudantes começam a trabalhar antes de se formarem, mas o diploma certificando uma graduação abre portas para oportunidades melhores no campo profissional.

Dependendo da graduação o mercado de trabalho pode estar saturado, e aí a briga por uma boa vaga de emprego poderá ser mais acirrada.

Diplomas nas áreas mais abrangentes como Administração, Letras, Pedagogia, Filosofia, entre outras podem oferecer poucas vagas específicas, o que criará um ambiente de disputa entre os candidatos.

Na montagem de um Currículo Vitae o campo “idioma” costuma ser o diferencial que os recrutadores buscam para diferenciar candidatos mais qualificados para algumas vagas.

A questão é que não necessariamente aquele idioma será usado no dia a dia, mas acaba mostrando algumas características específicas da personalidade do candidato.

Além de saber falar inglês, o candidato que possuir vivência no exterior (intercâmbios ou viagens normais), tem uma preferência aos olhos dos recrutadores, pois indica uma pessoa dinâmica, que quer alargar os horizontes.

Isso, porque aprender um novo idioma requer esforço e disciplina, além de tirar o aluno da zona de conforto acadêmico completamente, tendo que lidar com material didático em outro idioma.

A obrigatoriedade de aprender inglês para ter um cargo melhor

Não podemos negar que a cada dia que passa o mundo fica mais conectado, é a chamada globalização que procurou encontrar uma forma de se comunicar elegendo uma língua única: o inglês.

Além disso, o Brasil está em evidência no mercado mundial, o que atrai muitas empresas que desejam ter uma sucursal por aqui.

Com isso, para trabalhar em empresas consideradas excelentes como o Google, e empresas maiores de tecnologia é OBRIGATÓRIO conhecer o idioma inglês.

A preocupação com esse aprendizado está chegando nas empresas menores, que desejam expandir seus negócios, e precisam de profissionais capacitados a participarem de reuniões com executivos internacionais.

Assim, elas começam a recrutar novos funcionários com fluência no idioma, e muitas delas oferecem aulas de inglês para seus funcionários como um incentivo e uma forma de não precisar trocar o quadro completamente.

O que precisa ficar claro para os recém formados é que em qualquer lugar do mundo saber falar inglês abrirá portas.

Tanto para ter cargos melhores, mas também para poder ter a chance de pleitear salários maiores, profissionais que falam inglês com fluência ganham até 30% mais que os que não falam.

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